Se tive preconceito antes de ler? Sim, não vou negar... Mas quando lançou no cinema "A Culpa é das Estrelas" resolvi assistir. Afinal, era famoso, todo mundo estava falando sobre isso e tal. Assisti. Ou melhor, quase morri! Meu Deus como ri e chorei naquele filme! Sabe essas risadinhas que a gente dá chorando, meio tentando se alegrar mesmo quando a coisa é feia? Nossa, o tempo todo! Saí do cinema e as pessoas devem ter pensado: "Coitada, deve ter acontecido alguma coisa com essa aí". Depois disso que eu fiz? Chamei meu namorado e fui no cinema de novo!!! Pelo menos agora eu estava com ele para me consolar. Não bastasse isso baixei todas as músicas do filme e ficava ouvindo repetidamente... Doida? Talvez. Aí então resolvi ler o livro e descobri que a história que se passa é tão linda, mas tão linda, que posso ver, assistir, ler, ou fazer tudo isso repetidamente que ela continuará linda. Profunda, emocionante e linda.
"(...) Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso." - Hazel Grace (A Culpa é das Estrelas, John Green).

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